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fin ano

Celebrar a passagem de ano em Marrocos é um acontecimento inesquecível. Escolher entre uma cidade famosa ou o Deserto do Saara, estas serão umas férias sem igual.

Dizer que vai celebrar a passagem de ano em Marrocos, pode exigir mais alguma explicação. É que tem de dizer qual passagem de ano que vai assinalar: a árabe, a berbere ou a ocidental?

Ainda assim, e ao contrário dos países islâmicos, Marrocos segue-se pelo calendário gregoriano para os serviços do reino, apesar de manterem as festividades religiosas segundo o calendário muçulmano.

Para os ocidentais, a passagem de ano é celebrada do dia 31 de Dezembro para o dia 1 de Janeiro. Marca o final de mais um ano, com 12 meses, e é celebrado assim em todo o mundo ocidental, sendo a festa que tem maior direito a tempo de antena nas televisões de todo o mundo – com imagens da festa nas ruas de Nova Iorque, Paris, Londres, Sydney, etc.

Apesar de Marrocos ser um país árabe com raízes berberes, ou seja, que celebram o final do ano em alturas diferentes, também é assinalada a passagem de ano ocidental. Como o país vive muito do turismo, é muito normal encher-se de viajantes nos dias próximos do dia 31 de Dezembro.

Seja em hotéis ou riads, nas dunas do deserto, nas montanhas, nas praias, ou na rua, são muitos os turistas que viajam de propósito para Marrocos para celebrar em festa a entrada num novo ano. Até porque, mesmo sendo Dezembro, o tempo costuma ser muito agradável, com alguns dias de sol – pode ser que tenha sorte.

No caso dos berberes, o calendário é diferente. O ano 0 corresponde ao ano 950 a.C. No caso do árabe, ou islâmico, é um calendário lunar. É composto por 12 meses com 29 a 30 dias e um ano pode ter 354 ou 355 dias. Os islâmicos estão actualmente no ano de 1434.

O ano novo islâmico não é celebrado porque a religião assim o dita. O primeiro dia do primeiro mês, o Muharram, corresponde ao dia 5 de Novembro de 2013, por exemplo. O início da contagem do tempo do calendário islâmico é feito com o assinalar da fuga de Maomé de Meca para Medina, em 16 de Julho de 622.

Meses do calendário islâmico: Muharram, Safar, Rabi al-Awwal, Raby al-THaany, Jumaada al-THaany, Rajab, Sha’aban, Ramadan, Shawwal, Dhu al-Qidah e Dhu al-Hija.

Como são um povo ligado à terra, os berberes, ou Amazigh, seguem um calendário agrícola. Começou por servir, na antiguidade, para regular os trabalhos agrícolas sazonais. Diz-se que é derivado do calendário Juliano, introduzido aquando da dominação romana.

O início do ano do calendário berbere corresponde ao dia 14 de Janeiro do calendário gregoriano, mas há também quem diga que é o dia 12 de Janeiro. Essa data coincide com a marcação do calendário Juliano, que tem três anos com 365 dias, seguidos de um com 366. Actualmente, o calendário berbere está no ano de 2963.

O primeiro dia do ano berber – no Yennayer – é celebrado com uma refeição muito completa e abastada, com alimentos locais que variam de acordo com a região. A data celebra a vitória da nação Amazigh que derrotou o exército egípcio e lideraram a nova monarquia que governava da Líbia para o Egipto. A festa de ano novo também inclui danças e animação.

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